viernes, abril 03, 2009

CUMBRE G20

Los enfrentamientos entre manifestantes anti-G20 y la policía británica en Londres están hoy en las primeras planas de todos los periódicos del mundo. Parece un estallido social aislado, pero en realidad la marcha londinense responde a un calendario de manifestaciones y protestas definido en la Asamblea de Movimientos Sociales que tuvo lugar durante el Foro Social Mundial de Belém, en enero/febrero de este año.

La prensa internacional pretende que "este hecho lamentable y violento" se refleje como algo puntual, pero en realidad no es así.Entre los días 28 de marzo y 4 de abril, movimientos sociales populares, sindicales y de estudiantes de todo o mundo salen a las calles para protestar contra el capitalismo, la guerra y para alertar que los trabajadores y trabajadoras no pagarán por la crisis desencadenada en el corazón del sistema.Para hacer un seguimiento de esta ola de protesta, es necesario más que nunca romper el cerco informativo y acceder a fuentes alternativas de información.

En su edición de hoy (3/3), el periódico de los movimientos sociales brasileños - Brasil de Fato - publica una lista de las protestas más significativas y simbólicas llevadas a cabo esta semana.Reproduzco esta lista a continuación (en portugués, lo siento, pero seguro que más de uno/a entenderá perfectamente!):

ALEMANHA
3/4: manifestações e cortes de rotas e ruas na cidade de Baden-Baden, um dos pontos de entrada dos Chefes de Estado e militares que participarão das cerimônias do aniversário da OTAN em Estrasburgo. Mais informações: http://gipfelsoli.org/Home/Strasbourg_Baden-Baden_2009/NATO_2009_Links

ARGENTINA
30/3: numerosas organizações e movimentos sociais foram às ruas, no marco de uma jornada de luta continental “Contra a crise e a guerra”, com o objetivo de denunciar ao capital transnacional e os governos que atuam como cúmplices do saque. Um grande ato teve início no Obelisco, em Buenos Aires e seguiu para a embaixada de Israel, para repudiar a invasão a Gaza.

AUSTRÁLIA
30/3: em Melbourne, uma coligação de grupos de apoio à Palestina lança a campanha “The Sack Connex, Boycott Israel”.

BÉLGICA
28/3: em Bruxelas, ação em torno da crise financeira e a questão Palestina. Também na cidade, ação simbólica no centro, com teatro de rua : « Quer pagar pela crise ? » Também dentro das mobilizações sobre a crise e a guerra, o maior sindicato belga (FGTB) lançou uma campanha com o tema “O capitalismo prejudica seriamente a saúde”. Mais informações (em francês): http://www.contre-attaque.be/

CANADÁ
28/3: em Montreal, aconteceu demonstração pacífica diante do Complexe Guy-Favreau, para dizer não ao G-20, que é considerado um fórum ilegítimo para solucionar a crise que o capitalismo criou. No dia 30/3, ocorreu uma plantação simbólica de uma oliveira diante do consulado de Israel, além exposição de fotos e depoimentos de testemunhas sobre a situação de Gaza.

CATALUNHA, ESTADO ESPANHOL e PAÍS BASCO
28/3: manifestações contra a crise e o G-20 e em solidariedade aos palestinos tomaram conta de Albacete, Almería, Barcelona, Bilbao, Cádiz, Córdoba, Alicante, Elche, Madri, Murcia, Pontevedra, Tarragona e Valência.

ESTADOS UNIDOS
Mostras de cinema, debate sobre as ações do BDS e com delegações que estiveram na Faixa de Gaza, assim como discussões sobre as conexões entre os muros na Palestina e no México, aconteceram no dia 29/3, em Santa Cruz, e no 30/3, em San Diego e Los Angeles, na Califórnia. Em Nova York, o Comitê do boicote a Israel lançou uma ampla campanha de boicote à empresa Motorola em no dia 30/3.

FRANÇA
28/3: em Paris, uma manifestação foi convocada por uma ampla coligação de associações, movimentos, sindicatos e partidos políticos de esquerda. Ver lista completa em: http://www.stop-g20.org/

4/4: sob a consigna “Não à guerra! Não à Otan!" milhares de pessoas de toda Europa reúnem-se em Estrasburgo, onde ações de diversos tipos serão realizadas para exigir um fim da militarização e da Otan, tais como oficinas, distribuição de panfletos de informação à população, cortes de ruas, reuniões e atos de desobediência civil. Uma grande manifestação está programada para as 13h. Também haverá um acampamento alternativo. Mais informações (em francês): http://sommet-otan-2009.blogspot.com

GRÉCIA
2/4: em Creta, protestos em apoio ao boicote contra Israel nos esportes durante um jogo de futebol entre a Grécia e Israel.

HOLANDA (PAÍSES BAIXOS)
28 a 31/3: ciclistas reivindicam a suspensão do acordo da associação econômica entre a União Européia e Israel com uma corrida de bicicletas que sai do Tribunal Internacional de Justiça, em Haia (Holanda), no dia 28/3, e chega no dia 31/4, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, onde entregam sua petição aos deputados europeus.

ÍNDIA
30/3: em Delhi, exibições, poesia e filmes marcaram o Dia da Terra a Palestina.

ITÁLIA
28/3: uma grande manifestação com sindicatos de base tomou conta de Roma, sob o lema “Loro la crisi, noi la soluzione” (A crise é deles, nós temos as soluções), organizada pelo Cobas. Manifestações pacíficas em solidariedade à Palestina também aconteceram em vários shopping centers em Milão, Turim, Pisa, Bolonha, Roma e Nápoles, organizadas pelo Fórum Palestina.4/3: passeata convocada pela CGIL e outras organizações e redes percorre as ruas de Roma em direção ao Circo Massimo.

NORUEGA
30/3: em Kristiansand e Oslo aconteceram debates e oficinas em torno da campanha BDS como forma de pressionar Israel. Em algumas vizinhanças de Oslo, ações porta a porta orientaram habitantes sobre a campanha, que produtos boicotar e como se envolver. As manifestações terminaram com um protesto em frente à embaixada israelense em Oslo, organizada pelo Comitê Palestino.

PAQUISTÃO
Em Karachi, aconteceu no dia 28/3 uma conferência sobre a situação palestina. No dia 2/4, manifestações contra o G-20 tomam as ruas da cidade.

QUÊNIA
28/3: a Marcha Mundial das Mulheres participou de ações no dia de apoio às mulheres artistas, afirmando que as mulheres não pagarão pela crise. Acompanhadas de uma batucada feminista, elas desenvolveram suas ações em torno ao trabalho das mulheres, bens comuns, segurança alimentar, violência doméstica e paz.

REINO UNIDO
28/3 a 4/4: Londres recebe participantes de toda Europa para as manifestações que acontecem entre os dias 28/3, contra o sistema capitalista e a crise econômica, e no dia 2/4, contra a guerra e a Otan. Ações relâmpagos, reuniões e debates acontecem ao longo de toda a semana, bem como um acampamento no centro de Londres. Mais informações: www.putpeoplefirst.org.uk

Em Glasgow e Edinburgo, na Escócia, boicotes a supermercados aconteceram nos dias 29 e 30/3 em solidariedade à Palestina, assim como chamadas telefônicas em massa às grandes cadeias de supermercados para reclamar de produtos israelenses vendidos em todo o país.

martes, marzo 31, 2009

60 años después OTAN NO, NO Y NO!!!!

fORO sOCIAL dE aLMERÍA
ver convocatoria
Defender al “Mundo Libre” del bloque de las dictaduras burocráticas fue la primera escusa.
Pero cuando cayó el muro de Berlín ellos tuvieron que levantar otro muro de argumentos para que la OTAN siguiese en pié.
Comenzaron convirtiéndola en una especie de ONG encargada de llevar a cabo “misiones de paz”. Una paz regada de bombas de racimo y daños colaterales.

Liderada militar y moralmente por quienes lanzaron sobre la población civil japonesa las únicas bombas atómicas que, por ahora, la humanidad ha tenido la vergüenza de soportar.
Por los genocidas que masacraron a la población civil vietnamita.

Por quienes sostienen a los sionistas que gobiernan el estado de Israel, o a las dictaduras medievales de países como Arabia Saudí. Pero como lo de ser una entidad caritativa, armada hasta los dientes, resultaba poco creíble se inventaron al enemigo perfecto:
EL TERRORISMO INTERNACIONAL.

Un fantasma, alimentado por los servicios secretos de las grandes potencias, por los medios de desinformación, …y por no se sabe bien quién. Ellos lo han convertido en “el hombre del saco” del Siglo XXI, que les permite asustar a la población y mantener su estrategia de rearme y dominación militar.
Basta acusar a un país de ser “alentador del terrorismo” para ponerlo en el punto de mira de una posible invasión. Y los que definen quién “alienta el terrorismo” son los mismo que crearon a Bin Laden y sus acólitos en los años 80, los que financiaron el terrorismo de los asesinos de “ la Contra” Nicaragüense, los que sostuvieron e impulsaron a Sadán Husein en su guerra contra Iran y le proporcionaron los medios para gasear a la población kurda, los que no han tenido empacho en inventarse “las armas de destrucción masiva” para llevar a Irak a una masiva catástrofe,… ¡Que rentable es tener un “enemigo” para los que se lucran con la guerra!Vamos a decirles que no nos creemos sus patrañas.

El Sábado 4 de Abril se conmemora el 60 Aniversario de la OTAN.
En Almería y en otras muchas partes del mundo vamos a recordarles que sabemos quiénes son y lo que han hecho. Y que tenemos claro lo que pueden hacer en el futuro, si los pueblos del mundo no les paran los pies a estos “señores de la guerra”.

El 4 de Abril ven a la CONCENTRACIÓN que convoca el FORO SOCIAL DE ALMERÍA, a las 12 de la mañana en el Mirador de La Rambla. Para decirles que el verdadero peligro para la humanidad son ellos y el injusto mundo al que sus cañones defiende. ver cartel

viernes, marzo 27, 2009

Batá al día

Ver el boletín completo

Batá se adhiere al Programa Juventud en Acción
El Servicio de Voluntariado Europeo abre la posibilidad de movilidad en el espacio comunitario y
mediterráneo
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La Soberanía Alimentaría con acento andaluz
El Grupo de Soberanía Alimentaría y Género de Sevilla organizó a mediados de marzo las II Jornadas de Soberanía Alimentaria, bajo el título “Campesinas, Tierra y Soberanía Alimentaria. Sembrando Esperanza”
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Marcha estatal “Por una tierra libre de transgénicos”
La Plataforma Rural convoca para el 18 de Abril una marcha en Zaragoza que reivindicará “Una tierra libre de transgénicos”.
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22 DE MARZO: DIA MUNDIAL DEL AGUA
Radiópolis emite un programa especial dedicado al Día Mundial del Agua el 30 marzo a las 20h
La Alianza Andaluza contra la Pobreza, por la labor necesaria para la erradicación de
la pobreza a nivel mundial, se sumó a la celebración del Día Mundial del Agua el pasado 22 de
marzo.
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Celebración artística con motivo del Día de la Mujer en el centro penitenciario de Córdoba
Las internas del módulo de Mujeres, alumnos de Informática, participantes del taller de lectura y los dinamizadores del centro celebraron el pasado 12 de marzo el Día de la Mujer
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UN CAFÉ CON... RAFAEL GARRIDO
“Mantener el programa tal como está ya es un reto diario”
El Programa de Dinamización Deportiva lleva once años promoviendo la práctica de la actividad
física y deportiva.
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LA RECONVERSIÓN AZUCARERA CUBANAEN CUBA
La exposición fotográfica sobre la reconversión azucarera que pudimos ver en el patio de la Filmoteca de Andalucía.
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JÓVENES CORDOBESES COOPERANTES
Por segunda vez, CIC Batá participa en el programa municipal Jóvenes Cooperantes
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RECETAS MOZAMBICANAS (II PARTE)
Carril de camarao (guiso con gambas)
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viernes, marzo 20, 2009

El agua es un derecho, no una mercancía

22 DE MARZO: DIA MUNDIAL DEL AGUA
El agua es un derecho, no una mercancía

La Alianza Andaluza contra la Pobreza reivindica al gobierno español un compromiso claro para el reconocimiento del derecho humano al agua, de manera que se respete de forma efectiva en todo el planeta, y que apueste por una gestión pública, transparente y sostenible de los recursos hídricos que salvaguarde este derecho fundamental (Sevilla, 20 de marzo de 2009).

— La Alianza Andaluza contra la Pobreza, en sintonía con las demandas de numerosas entidades y plataformas de la sociedad civil que trabajan en el ámbito del acceso al agua y saneamiento, constituyendo una labor necesaria para la erradicación de la pobreza a nivel mundial, se suma a la celebración del Día Mundial del agua el próximo 22 de marzo de 2009. Con ello se pretende evidenciar la situación injusta e inadmisible respecto al acceso al agua en la que se encuentran millones de personas.

Actualmente se estima que 1.100 millones de personas en el mundo carecen de acceso seguro al agua; es decir, carecen de cualquier tipo de infraestructura que les permita abastecerse de agua con cierta garantía para su salud.

Se estima también que en la actualidad 2.400 millones de personas en el mundo carecen de sistemas de saneamiento. Es decir, un 40% de la población mundial no dispone de sistemas para la eliminación de aguas sucias, ni siquiera de una letrina propia donde poder depositar sus excrementos con unas mínimas condiciones de intimidad y salubridad.

El porcentaje de población que no disfruta de este derecho resulta inadmisible y se debe invertir un gran esfuerzo por corregir esta situación. Se trata de un paso fundamental en la lucha contra la desigualdad y la injusticia, y necesario para conseguir el desarrollo y bienestar de las poblaciones afectadas por esta carencia.

Y no se trata de un problema de cantidad del recurso disponible, sino de su gestión. En términos generales, los recursos hídricos disponibles resultan aún suficientes para realizar una gestión sostenible que permita satisfacer las necesidades de la población en todo el mundo.
Por ello, hoy urge promover cambios estructurales en el modelo de acceso y gestión del agua, de manera que este acceso debe ser defendido como un derecho humano. Los usos del agua asociados a este derecho deben de priorizarse sobre cualquier otro, y en ningún caso podrá considerarse el agua como una mercancía o bien económico cuando se trate de garantizar este derecho.

Con este fin, se deben desarrollar políticas de cooperación que sirvan para promover la gestión pública, transparente y participativa, favoreciendo una gestión sostenible del recurso que permita garantizar el respeto al derecho humano al agua. En este sentido, cabe esperar que la reciente creación del Fondo de Cooperación para Agua y Saneamiento dentro de la AECID, con su correspondiente dotación económica (1.500 millones de dólares para los próximos cuatro años), sirvan para corregir la situación actual, y no sirva por el contrario para financiar actividades y fomentar el enriquecimiento de organismos financieros, empresas o gobiernos que no hayan demostrado un compromiso y actitud real con el respeto al derecho humano al agua.
Por ello, desde la Alianza Andaluza contra la Pobreza reivindicamos el reconocimiento del Derecho Humano al Agua como el derecho de todos a disponer de agua suficiente, salubre, aceptable, accesible y asequible para el uso personal y doméstico.

Asimismo reivindicamos un compromiso claro y efectivo de los gobiernos de los países del Norte, especialmente al gobierno español, para luchar por el reconocimiento de este derecho y que se respete de manera efectiva en todo el planeta, apostando por una gestión pública, transparente, y sostenible de los recursos hídricos que salvaguarde este derecho fundamental.

Más información
Maribel Roldán.
Alianza Andaluza contra la Pobreza.
Teléfonos: 954 915 249 / 625 119 102.
Correo electrónico: alianzaandaluzacontralapobreza@gmail.com
www.pobrezacero.org / www.rebelatecontralapobreza.org
http://alianzaandaluzacontralapobreza.blogspot.com/

jueves, marzo 19, 2009

Tumba la torre

NOTA DE PRENSA
ALGUNAS PREGUNTAS QUE NOS HACEMOS SOBRE LA TORRE CAJASOL
Que le haremos llegar a los directivos de la caja…
Indirectamente: a través del Ministro de Economía y Hacienda, por ser quien está dando la masiva ayuda pública a las entidades financieras y para que sepa en qué pretende gastarse Cajasol buena parte de lo que reciba.
Y también directamente: el próximo 3 de abril, cuando esta caja celebrará su asamblea constituyente, donde se elegirá a los miembros del consejo de administración y la comisión de control que culminarán el proceso de fusión de la entidad.
Ante la ingente cantidad de cifras (euros y empleos) con la que quieren justificar la construcción de la Torre Cajasol, queremos plantear las siguientes consideraciones a la entidad que la promueve:
1) Sorprende el tono triunfalista de las declaraciones de Cajasol en un momento en el que la crisis económica aconseja acometer los proyectos con prudencia.
¿No es un despilfarro la inversión que se anuncia concentrada en una sola ciudad –por mucho que se declare que se beneficiará a muchas empresas andaluzas-? ¿Será la concentración de la inversión en el territorio parte de la política futura de Cajasol o sólo se realizará por esta vez?

2) ¿No generaría los mismos puestos de trabajo que se anuncian, o incluso más, un buen plan de apoyo a la creación de vivienda a precios asequibles para las clases modestas y medias en el ámbito de Andalucía en el que se asienta principalmente Cajasol?

3) O, en otras palabras, ¿es aceptable una inversión como la que se anuncia en un sector –oficinas- que no es deficitario, sino todo lo contrario en Sevilla, mientras se desatienden necesidades sociales mucho más perentorias?

4) ¿No es prioritario en una institución como Cajasol –sobre todo ante las indicaciones explícitas del propio presidente de la Junta de Andalucía- conceder préstamos a particulares y a empresas en tiempos como los de la actual crisis en vez de concentrar la inversión en un edificio de oficinas que poco o nada redundará en el tejido social de la ciudad y de la región salvo en la coyuntural generación de empleo en la construcción?

5) Puesto que Cajasol ha tenido que acudir a los avales del Estado, tal y como se hizo público en el pasado febrero, acción que no han hecho el conjunto de los bancos españoles ¿es adecuado realizar una inversión de dudosa viabilidad en una situación que demuestra ser como mínimo delicada? ¿Utilizan otras cajas las ventajas y beneficios de estos avales para operaciones tan ostentosas? ¿Se le admitiría a un banco privado, sin ninguna crítica por parte de la administración del Estado, una inversión como ésta avalada con fondos de todos los españoles?

6) ¿Debemos fiarnos de las buenas intenciones urbanísticas de una institución que dice construir “lo que le permite el PGOU”, cuando a través de Puerto Triana fue la artífice de un convenio urbanístico con demasiadas sombras y que es sobre el que se basa esta operación? ¿Podemos fiarnos cuando compró en su día los terrenos de Tablada, inundables y no urbanizables, con intención de “forzar” su urbanización, para terminar vendiéndolos pocos años después con un beneficio tan lucrativo como especulativo, hasta el punto de recibir la reprobación del Banco de España al menos en dos ocasiones por sus transacciones inmobiliarias?

7) Todos estos extremos, bien conocidos por los gobiernos municipal y autonómico, ¿no ha dado que pensar a los políticos –y no sólo a los responsables del patrimonio cultural-? ¿Se considera que todo lo anterior es normal en una sociedad que pretende avanzar hacia la modernización y hacia métodos de gobernanza más transparentes y democráticos?

8) ¿Nadie se percata de que mientras una entidad análoga y procedente de otra comunidad autónoma, La Caixa, propone como proyecto estrella la recuperación de un edificio histórico que ni la ciudad ni sus instituciones han sido capaces de poner en valor, Las Atarazanas, Cajasol pone en entredicho en los foros internacionales la imagen de la ciudad y la forma de gestionar su patrimonio por parte de sus autoridades? ¿No hay dudas sobre qué caja hace más por la imagen de Sevilla?

9) De manera que la Torre Cajasol, en definitiva, ¿a qué será un monumento?... Plataforma Ciudadana “Túmbala”, contra la Torre Cajasol
ciudadaniacontralatorrecajasol@gmail.com
http://ciudadaniacontralatorrepelli.blogspot.com

lunes, marzo 09, 2009

Una banca alternativa

Tus amigos son tu banco
Estimulan el ahorro, pero no son bancos. Prestan pequeñas sumas de dinero, pero no son microcréditos.
Las Comunidades Autofinanciadas (CAF) se han convertido en una alternativa para personas con pocos recursos o apoyo familiar, que no pueden afrontar las necesidades económicas básicas.

Comenzaron en Barcelona hace seis años y han dado el salto a Madrid de la mano de Transformado, una cooperativa de proyectos de economía solidaria.
Su funcionamiento es tan sencillo como eficaz. Grupos de 10 a 30 personas, amigos o conocidos, realizan una aportación inicial de entre 30 y 50 euros cada una.
Eso les permite solicitar un préstamo hasta tres veces superior a su depósito, con un límite de mil euros. A mayor ingreso, mayor crédito.
El dinero se devuelve según el plazo fijado por el reglamento de la CAF. Esta puede establecer el pago de un interés simbólico, que suele revertir en la caja comunal."Hay unas reglas que es preciso cumplir para garantizar el éxito de esta iniciativa. Pero su aplicación es decidida por los miembros de cada grupo, afirma José Fernando García", portavoz de Transformando.

Beneficiarios y socios
Mientras que el dinero de los microcréditos es de un banco o una ONG, en las CAF el dinero es de los socios. No se acepta efectivo externo. Además, los préstamos se solicitan, normalmente, para gastos extra imprevistos, no para microempresas.'La diferencia con los microcréditos es que aquí el dinero es de los socios, no se acepta efectivo externo'Alcira Escobar, de la CAF La Gaitana, y Benedetta Falleti, de la CAF Cinco Estrellas, son pioneras en Madrid. "En nuestro caso -afirma Alcira- somos 9 mujeres colombianas, pertenecientes a la asociación de codesarrollo que da nombre a la CAF. "Cuando nos hablaron de la posibilidad de formar una comunidad, nos pareció muy interesante. Es una forma de tener siempre un dinero disponible para comprar libros de texto, enviar dinero a la familia o pagar recibos", explica Alcira.Falleti lo ve como una hucha comunitaria. "
"Periódicamente, aporto dinero al fondo. De este modo, no lo gasto en otras cosas y dispongo de él cuando lo preciso. He pedido dos préstamos para pequeños viajes, que ningún banco me habría dado", afirma esta argentina.
Una vez al mes, la CAF se reúne para actualizar los pagos, evaluar las peticiones de crédito, conceder préstamos o aceptar nuevos socios. Cualquier movimiento monetario se registra en un libro de cuentas y a su autor se le entrega un recibo. Para evitar tentaciones, la tesorera se lleva la caja fuerte con el dinero sobrante y otra persona, las llaves.
Hasta ahora, la morosidad era anecdótica. "Últimamente hemos sufrido retrasos en los pagos, porque algunos socios han perdido el empleo, por lo que hemos decidido ampliar el plazo de devolución", afirma Alcira.

Mucho más que dinero
Los primeros en sumarse al proyecto fueron inmigrantes, que ya conocían las CAF. La cadena (Ecuador) la natillera (Bolivia) son algunos de los nombres por los que se conoce a este sistema de financiación, basado en la confianza mutua.Su mayor ventaja es la creación de una red de apoyo mutuo que actúa como paraguas ante situaciones adversas y facilita la integración socialJean Claude Rodríguez, presidente de la Asociación de Comunidades Autofinanciadas ha sido el impulsor de esta metodología en España. "Con la crisis muchas personas han visto en las CAF una solución a sus problemas. En Barcelona hay 25, alguna sólo de catalanes", señala.
En su opinión, el dinero es lo de menos. Su mayor ventaja es la creación de una red de apoyo que actúa como paraguas ante situaciones adversas y facilita la integración social. "Un estudio realizado por ACAF en Barcelona, con entrevistas a 430 inmigrantes, revela que para el 60%, las CAF son su única unidad social", afirma este emprendedor social.
El modelo ha despertado el interés de numerosas asociaciones. El objetivo de Transformando es acabar el año con 12 comunidades en Madrid y Jean Claude piensa ya en extender la iniciativa por toda España.

martes, enero 27, 2009

CHARLA: PARQUE TAMARGUILLO ¡YA!

EL PROBLEMA DE LA SE35
CHARLA MIÉRCOLES 28FEB 20h
CASA PUMAREJO

MANIFESTACIÓN JUEVES 29FEB 17:30h
C.CÍVICO ALCOSAPARQUE TAMARGUILLO ¡YA! EL PROBLEMA DE LA SE35

Desde la movida proparque tamarguillo hemos peleado por conseguir un gran

Parque para Alcosa y la ciudad de Sevilla. A lo largo del tiempo, a esta iniciativa se han sumado otros colectivos como la "FEA", Ecologistas en Acción, Centro de Adultos, la nueva Comisión Vecinal (Collao, Luceros, Ayora…) y vecinos.


Gracias al constante esfuerzo de reivindicación por el parque se logró que desapareciese la escombrera. Además se consiguió que durante 8 años se hicieran obras públicas para prepararlo, gastando más de 12 millones de euros. Esto ha permitido que a dÍa de hoy el parque cuente con una arboleda, flora y una fauna impresionantes. AsÍ como con unas instalaciones para el uso de los vecinos tales como huertos vecinales y escolares, carriles bici, un auditorio, plazas, etc.


¿Qué pasa con el Parque y la SE-35?

La problemática para disfrutar de este espacio son dos:

- El trazado absurdo y destructor de un tramo de la SE-35 que atravesaría el

Parque acabando con lo conseguido.

- La negativa del Ayuntamiento a abrir un Parque en esta zona, más interesado en

realizar obras que en darles uso cuando están acabadas.


Respecto a estas problemáticas nosotros creemos:

Que el tramo de la SE-35 que atraviesa el Parque es una barbaridad, fruto de la incompetencia del ayuntamiento, y no es la solución urbanística adecuada a las necesidades futuras del tráfico de la zona, convirtiendo el ámbito de Alcosa en un futuro cuello de botella por donde pasaría todo el tráfico procedente de Málaga, Alcalá de Guadaíra, los Alcores y el crecimiento de Torreblanca. Además destruiría buena parte de las obras ya ejecutadas en el parque. <LEER MÁS>

viernes, enero 23, 2009

Finalmente Si habrá manifestación...

Ya es definitivo: El Domingo si se celebrará la Manifestación de solidaridad con Gaza.
El Subdelegado de Gobierno rectifica el desaguisado organizado por su subordinado, el Sr. José Luis Sánchez Gracia, Jefe de servicio.

Adjuntamos el segundo documento firmado por el Sr. Subdelegado de Gobierno, que viene a desmentir lo que se señalaba desde la Delegación del Gobierno, a primera hora de la tarde, afirmando que dicha manifestación estaba autorizada.

La insistencia de los medios de comunicación, junto a las llamadas telefónicas a la Delegación de Gobierno por parte de sindicalistas y cargos públicos de izquierdas, han servido para que al final se reconozca el derecho de manifestación.

Esta actitud contrasta con las facilidades que la Delegación de Gobierno concedió la semana pasada al Embajador Israelí, para organizar una manifestación en defensa del genocidio que comete su gobierno contra la población palestina. La policía nacional a las órdenes del Delegado de Gobierno, se desplegó en las estaciones de metro cercanas, impidiendo a cualquier persona que portara pañuelos palestinos en el cuello a bajar siquiera del metro y practicaron varias detenciones de ciudadanos, que protestaban contra la manifestación sionista organizada por su Embajador.

Los firmantes ante la Delegación del Gobierno son: Don Jalil Sadaka en representación de la Asociación Hispano Palestina "Jerusalén", Doña Felicitas Velásquez Serrano en representación del Partido Comunista de España y Don Julio Rodríguez Bueno en representación de la Asociación Paz Ahora.

La manifestación se celebrará el día domingo 25 de enero de 2009, a las 12:00h desde la Embajada de Estados Unidos ubicada en la calle Serrano 75, hasta la Embajada de Israel ubicada en la calle Velásquez 51.

Angels Maso
Julio Rodriguez Bueno

Denegado permiso manifestación en solidaridad con Gaza

Denegado permiso manifestación en solidaridad con Gaza para el próximo domingo 25 por el subdelegado del Gobierno en Madrid.
El subdelegado del gobierno en la Comunidad de Madrid no considera admisible hacer uso del plazo excepcional de comunicación de urgencia"de una manera continuada y sistemática". Se refiera a que estas últmas semanas se han solicitado varias manifestaciones en solidaridad con Gaza con caracter de urgencia.
Las tres personas firmantes de la comunicación a la Delegación del Gobierno: Felicitas Velázquez del PCE, Jalil Sadaka de la Comunidad Hispano-Palestina "Jerusalén" y Julio Rodríguez de Paz Ahora han declarado que presentarán un recurso contra esta decisión gubernativa por considerala arbitraría.
Más Información ; Angels MasóOficina Federal de Paz Ahora.
Telefóno 629053731

El I premio Cortes de Cádiz a la libertad recae en Álvaro Uribe

El jurado ha valorado la fuerte lucha contra el terrorismo del presidente colombiano
Redacción / Cádiz Actualizado 09.01.2009 - 10:45

El I Premio 'A la Libertad Cortes de Cádiz' ha recaído por unanimidad en el presidente de Colombia, Álvaro Uribe, "por sus esfuerzos en pro de la libertad y su abierta oposición a situaciones terroristas que la menosprecian, privando de su legítimo derecho a la misma a todas aquellas personas secuestradas por grupos, denominados terroristas, a las que han estado manteniendo prisioneras durante años privándolas de su libertad y de vivir con sus seres queridos".

El premio se ha creado para rendir homenaje a las personas o instituciones que se hayan caracterizado por la profundización, difusión y extensión de la libertad en el ámbito iberoamericano.

El jurado ha valorado singularmente la acción de liberación que está llevando a cabo el presidente Uribe, contribuyendo a la erradicación del terrorismo "con constancia y corazón grande, sin cesión a las presiones".
El jurado ha encomendado a la alcaldesa de Cádiz, Teófila Martínez, que traslade esta distinción, a través del embajador de Colombia en España, directamente a Uribe. Cabe recordar que la alcaldesa invitó personalmente al presidente colombiano en el mes de septiembre a que visitara Cádiz.

El jurado estaba formado por José Pedro Pérez Llorca, hijo predilecto de la ciudad; Lorenzo del Río, presidente de la Audiencia Provincial; Rafael Sánchez Saus, director de la Real Academia Hispanoamericana; Miguel González Saucedo, presidente de la Confederación de Empresarios; José Luis García Ruiz, catedrático de derecho Constitucional; y Miguel Nuche, vicepresidente de la Fundación Centro de Estudios Constitucionales.

Premio a las violaciones de Derechos Humanos en Colombia Cádiz 20 de enero

Ecologistas en Acción exige la retirada del Premio a la Libertad de Cádiz al presidente de Colombia, Álvaro Uribe, por transmitir un mensaje equivocado y ser una bofetada contra las víctimas de crímenes de Estado en Colombia.La decisión del Consistorio de Cádiz de otorgar el I Premio a la Libertad Cortes de Cádiz al presidente colombiano Álvaro Uribe es otro ejemplo más de la indiferencia demostrada por el Partido Popular ante graves problemas de derechos humanos en su afán por apoyar incondicionalmente a gobiernos que considera aliados estratégicos para los intereses económicos de las empresas españolas, señala Ecologistas en Acción.

Pro Derechos Humanos también critica el Premio a la Libertad para Álvaro Uribe
13.01.09
La Asociación Pro Derechos Humanos de Andalucía (APDHA) se sumó ayer a las críticas de IU por la elección del presidente de Colombia, Álvaro Uribe, como el primer Premio Cortes de Cádiz a la Libertad. APDHA lamentó en una nota pública que la buena iniciativa de establecer este galardón «se haya visto empañada por la elección como primer destinatario de esta distinción de un personaje de trayectoria controvertida, por no decir oscura, en materia de Derechos Humanos en su propio país».

AI pide la retirada del premio a Álvaro Uribe.
Rebelión, 15 de enero.
Apdha asegura que la elección supone un “oprobio” para el pueblo de Cádiz. Las críticas a la decisión municipal de otorgar un premio al presidente de Colombia, Álvaro Uribe, no paran de sucederse. Ya son varios los colectivos sociales gaditanos que han expresado su disconformidad con esta distinción, sumándose así al rechazo manifestado por Izquierda Unida, nada más conocerse el fallo del jurado.La desaprobación más contundente procede de Amnistía Internacional (AI), que ayer criticó, por boca de su portavoz en la Bahía, Ana Barceló, dicha elección, calificándola de “completamente inoportuna”. Y es que según esta organización, el historial del mandatario suramericano en materia de respeto a los derechos humanos deja bastante que desear, como demuestran todos sus informes sobre la situación social y política existente en ese país.


inSurGente.-Textualmente: “Tras una deliberación inicial, el Jurado acordó por unanimidad ofrecer dicho Premio en 2009 a D. Álvaro Uribe Vélez, Presidente de la República de Colombia, por sus esfuerzos en pro de la libertad y su abierta oposición a situaciones terroristas que la menosprecian, privando de su legítimo derecho a la misma a todas aquellas personas secuestradas por grupos, denominados terroristas, a las que han estado manteniendo prisioneras durante años privándolas de su libertad y de vivir con sus seres queridos”. (…)Es un texto de un cinismo asombroso. Nauseabundo. Ofensivo. De menosprecio a la verdad, a la trágica realidad social, política y económica de Colombia, que es de privación de libertad, de persecución , de desplazamiento forzoso, de vil encarcelamiento, de tortura, de muerte, que padecen millones de colombianos bajo el yugo de un gobierno corrupto, comprometido hasta los tuétanos con la criminal estrategia paramilitar de la oligarquía colombiana, dispuesta a defender con sangre y terror su dominación de clase, a preservar a sangre y fuego sus privilegios sociales y económicos y a continuar disfrutando del pingüe negocio de la venta de la soberanía nacional a las potencias imperialistas de Estados Unidos y de Europa.
Hay gente en el mundo dedicadas a blanquear capitales. Hay Estados que optan por blanquear criminales.

viernes, diciembre 05, 2008

CIC BATÁ - PREMIO SOCIEDAD DE LA INFORMACIÓN 2008


CIC BATÁ recibe el premio al MEJOR PROYECTO DE DIFUSIÓN Y DIVULGACIÓN DE LAS TIC dentro de la convocatoria de los PREMIOS A LA SOCIEDAD DE LA INFORMACIÓN 2008 de la JUNTA DE ANDALUCÍA, el premio lo recibió de manos del Presidente de la Junta de Andalucía, D. Manuel Chaves.El proyecto premiado plantea resultados concretos en la integración de personas reclusas y ex-reclusas y su inserción socio-laboral a través de las TIC. El proyecto posibilita nuevas herramientas para la inserción laboral de colectivos especiales, un adecuada formación y sobre todo que las TIC no representen una barrera, sino una oportunidad de acceso al mundo laboral.

miércoles, noviembre 12, 2008

ASAMBLEA DE ESTUDIANTES CONTRA BOLONIA

La Asamblea de Estudiantes Contra Bolonia convoca a la huelga el próximo 13 de noviembre de 2008. Ésta vendrá acompañada de una importante manifestación con salida a las 12 horas de la Plaza de Colón en Madrid. Los encierros en las facultades madrileñas ya han comenzado.

La Asamblea de Estudiantes Contra Bolonia de Madrid, en coordinación con el resto de asambleas a lo largo del Estado, convoca a una huelga de estudiantes estatal, que vendrá acompañada en los principales puntos del país por manifestaciones y concentraciones. Los estudiantes de Madrid volverán a salir a la calle el 13 de Noviembre, tal como lo hicieron de manera masiva el pasado 8 de Mayo, tras largos meses de movilización y trabajo, cuando unos 20.000 jóvenes ocuparon las calles de la ciudad.

El 13-N significa el arranque del curso político 2008-2009, durante el que se explotarán todos los recursos que, desde la determinación que la defensa de nuestra universidad pública exige, sean necesarios para conseguir parar la reforma educativa europea más importante en décadas; una reforma en la educación superior que es también sinónimo de crear desigualdad, de precariedad educativa. Encontramos un termómetro del carácter decisivo de este día en la fuerza de los encierros que ya se han comenzado a realizar en diversas facultades de la Universidad Complutense de Madrid y que, en la semana de la huelga, se prevé que se extiendan a otras facultades de la UCM y universidades públicas del territorio madrileño y nacional. Un caso excepcional lo presenta la Universidad de Valencia, en la que los encierros de trabajo comenzaron hace más de un mes, y se han mantenido con éxito hasta hoy gracias a la ya famosa fórmula de "huelga a la japonesa".

El movimiento estudiantil cuenta, hoy más que nunca, con un tejido asambleario efectivo, dinámico, y bien estructurado, que ha demostrado su capacidad de lucha y crecimiento. Cada día se alza más alta una voz largo tiempo reprimida, la de unos estudiantes capaces y conscientes, a los que se les ha venido negando su principal reivindicación: la del diálogo, la de la paralización de la reforma para su debate en el seno de esa misma sociedad que va a sufrirla. Ante la mayor amenaza jamás hecha a su sistema educativo, los estudiantes afrontan ahora el reto de actuar con contundencia, y de no aceptar las disimuladas consecuencias del plan: los nuevos grados, el Máster en Formación del Profesorado y Abogacía, la desaparición de titulaciones, la subida de tasas, las becas-préstamo, los recortes presupuestarios, la entrada y control de las empresas privadas de la Universidad Pública pero, sobre todo, la transformación del conocimiento en una mercancía más, de los estudiantes en clientes, y de la Universidad en un negocio.

Por todo ello, la Asamblea de Estudiantes Contra Bolonia insta a toda la comunidad universitaria a secundar la huelga y manifestación del día 13, que saldrá a las 12 horas de la plaza de Colón y pasará por el centro de la ciudad hasta llegar al Ministerio de Educación. El recorrido ha sido legalizado por el Sindicato de Estudiantes (SE), aunque ya largo tiempo atrás el movimiento asambleario estatal tenía la vista puesta en este día como fecha para una convocatoria a nivel nacional de manifestación y huelga. Tras la negativa del SE a permitir que sean esos mismos estudiantes que han movilizado las universidades madrileñas quienes encabecen la manifestación, o a que estos formen parte de los diferentes comités de organización de la misma, la Asamblea de Estudiantes Contra Bolonia de Madrid ha visto necesario distanciarse en la medida de lo posible, y sin romper el recorrido pactado, del bloque sindicalista, en un cortejo propio mayoritario compuesto por las asambleas de facultad que participan del movimiento.

ASAMBLEA DE ESTUDIANTES CONTRA BOLONIA (PRENSA Y COMUNICACIÓN)
Olga 699058856
Rafa 618185299
Víctor 619031027
www.noabolonia.org
prensamad@noabolonia.org


"El Proceso de Bolonia es la mayor amenaza jamás hecha a nuestro sistema educativo, y es nuestra obligación actuar en consecuencia."

martes, noviembre 11, 2008

UN MUNDO CAMPESINO

10.11.2008
GUSTAVO DUCH GUILLOT

En estos días de magnas reuniones, con numerosos encuentros de las elites económicas, con ingeniosos planes políticos a su auxilio, ha pasado desapercibido un acontecimiento trascendental. En el extrarradio (pobre, enfermo y violento, pero siempre vitalista) de Maputo, Mozambique, el pasado 25 de octubre se cerró un acuerdo entre 600 mujeres y hombres campesinos que implican a centenares de millones de personas del planeta. Ellas y ellos, como representantes de las organizaciones del pequeño campesinado, de trabajadores rurales, de movimientos sin tierra, de agricultores y ganaderos expulsados del modelo agroindustrial, de pescadores artesanales, pastores y comunidades indígenas han decidido unánimemente, con arrojo y emoción, plantar cara a una violencia única e identificable que oprime sus vidas. La violencia capitalista y patriarcal. Y una vez identificada esa realidad en el centro de la diana, las fuerzas de estos movimientos, generadas desde la racionalidad de sus corazones, se sienten descomunales e invencibles.

En los pabellones de la Escuela Industrial donde se reunieron los y las representantes de la Vía Campesina, se sentía la opresión a la que son sometidas las gentes del campo, como campesinos y (doblemente) como mujeres campesinas. Sus relatos, sus historias te hablan de opresión, de desalojos forzosos, de la pérdida de sus semillas (y por tanto de su cultura) originarias, de violencia física contra las mujeres, de violencia jurídica contra las mujeres, de criminalización de sus sindicatos, de sida y malaria devastando familias, de racismo económico, de indefensión frente a las multinacionales, de mano de obra esclavizada... en realidad, de las verdaderas causas de la pobreza. (Nada se escucha sobre malas cosechas, sequías o inundaciones, más libre comercio, mala tecnología, nada de eso se escucha). Y esta alianza de mujeres y hombres del campo, para una lucha única compartida, se ha sellado en el continente de los campesinos, en el África donde el 80% de la población vive y trabaja en el campo. En el África del tesón y generosidad de Mandela. En una tierra caliente donde se siente la serenidad del avance en la construcción de una nueva sociedad. Lejos de la intoxicación consumidora que la 'modernidad' y el 'progreso' nos ha inoculado en Europa, para rescatarnos con otra forma de entender la vida, la forma de alimentarnos y nuestra relación con la Madre Tierra.

En Maputo se contraponen dos modelos, dos mundos, el modelo neoliberal frente a una Tierra campesina. Frente a políticas capaces de promocionar el cultivo de cereales para fabricar combustible, mientras ponen todas las trabas posibles a los agricultores ecológicos; frente a políticas orientadas a apoyar la agroexportación y las transnacionales, frente a políticas que permiten la especulación financiera con los alimentos, aquí ha arrancado un compromiso para resistir y recuperar un mundo colmado de campesinas y campesinos produciendo la riqueza de la vida, para que la vida sobreviva.

Gustavo Duch
Veterinarios Sin Fronteras

viernes, octubre 31, 2008

LA TRAGEDIA, 20 AÑOS DESPUÉS, SIGUE...

EL PRIMERO DE UNA TRAGEDIA INTERMINABLE
Ildefonso Sena.
Europa Sur - 26.10.08

El 1 de noviembre de 1988, una patera con 23 inmigrantes marroquíes a bordo naufragó en la playa de Los Lances, frente a la ciudad de Tarifa. Cinco de ellos lograron sobrevivir para contarlo, los 18 restantes murieron ahogados.

Veinte años después, cualquier suceso similar en Canarias o en el mismo Estrecho puede que nos siga sobrecogiendo, pero no supone ninguna sorpresa. La tragedia de la inmigración se ha convertido en algo desgraciadamente cotidiano.

Pero aquel naufragio fue el primero, el punto de partida de una larga serie de muertes difícil de cuantificar, de dramáticas historias llenas de lágrimas salpicadas con alguna que otra sonrisa. La mañana había despuntado gris y fría, como corresponde a los primeros números del calendario en noviembre. El viento de levante había hecho acto de presencia de madrugada y soplaba con una fuerza descomunal. El capitán de la Guardia Civil Manuel Prado acababa de tomar posesión del mando en la Tercera Compañía con sede en Tarifa, adscrita a la Comandancia de Algeciras. Poco podía imaginar el recién ascendido oficial la tragedia que horas antes había tenido lugar en esa costa, tan cerca y tan lejos del continente africano.

Una patrulla había localizado a cinco marroquíes deambulando por la carretera Nacional 340. Empapados y sin documentación, blanco y en botella. Prado apareció en la playa con ellos cuando el periodista llevaba allí más de media hora.El escenario sigue fijo en la retina: el casco de una patera varada en la playa se confundía con el gris claro del horizonte. A pocos metros de la frágil embarcación, el cadáver de un hombre joven, de rasgos marroquíes, completaba un cuadro que 20 años después sigue representando el drama de quienes emprendieron un viaje rumbo a una vida mejor pero llegaron a ninguna parte.

- ¿Sabes francés?, inquirió Prado al periodista.
- Me defiendo, dijo el reportero.
- Pues pregúntale a éstos si tienen algo que ver con el fallecido.

A quien esto escribe se le sigue poniendo la piel de gallina, así pasen 20 ó 30 años. Uno de los marroquíes comenzó a hablar para relatar que habían partido sobre la medianoche de una playa de Tánger. De madrugada, cuando la mar es una inmensa penumbra, las luces de una urbanización cercana les hizo pensar que la tierra firme estaba cerca y se lanzaron al agua. Pero habría más de tres metros de fondo y muy pocos sabían nadar. Trataron de volver a la patera, pero esta volcó por sobrefuerza en uno de los costados. Algunos supervivientes vieron cómo muchos de sus compañeros se hundían sin remedio. El mar se los había tragado.

En los días sucesivos el Estrecho fue devolviendo a tierra firme los cuerpos sin vida de aquellas primeras víctimas de una tragedia que no cesa. La playa de Los Lances, la costa este tarifeña era un continuo sobresalto por el reguero de cadáveres. Nueve fueron enterrados en el cementerio de Tarifa.

Al día siguiente la noticia dio la vuelta al mundo. El incipiente fenómeno de la inmigración irregular por el Estrecho, relegado a un tercer o cuarto plano hasta la fecha, cobró dimensiones gigantescas y Tarifa se llenó de periodistas.

De pronto, el mundo miró hacia el Estrecho. Como dos décadas más tarde mira a la costa canaria, donde el drama se ha repetido con puntos y comas, un trágico clon de la historia que convirtió a la calle más transitada del mundo en un inmenso cementerio.

miércoles, octubre 29, 2008

Crónica de una manifestación en defensa de los espacios públicos

Concentración 17 octubre por los espacios públicos. Contra la represión, por la alameda
Crónica y valoración


El pasado día 17 de octubre tuvo lugar una concentración en la Alameda de Hércules contra la represión, contra los recortes de libertades y por el uso libre y responsable del espacio común, convocada por la Asamblea por el libre uso del espacio público LA CALLE ES DE TODXS, y apoyada por multitud de organizaciones sociales, políticas y de barrio. Desde la organización del evento, queremos mostrar nuestra satisfacción ante el rotundo éxito de la convocatoria, que congregó a más de mil personas en protesta por la represión policial que se está viviendo en los espacios públicos de nuestra ciudad y que sufrimos lxs que sólo queremos hacer uso del espacio público de manera libre y responsable.

La concentración comenzó a las once de la noche, hora a partir de la cual la gente se fue congregando en la plaza, hoy desocupada por la policía. Más adelante fue leído el manifiesto por los espacios públicos, por la alameda y contra la represión policial. Tras la lectura del manifiesto y la intervención de varixs vecinxs para explicar sus opiniones acerca de la situación en el barrio, se corearon consignas por el libre uso del espacio público y por la alameda como "la calle es de todas", y en recuerdo de personalidades del barrio como "onde está Manolo Caracol". Espontáneamente la gente se desplazó en una improvisada marcha dando una vuelta completa a la alameda para acabar de nuevo frente al Centro Cívico. Tras la misma, la concentración fue desconvocada y fueron distribuidos en el lugar contenedores, ya que muchos de los asistentes decidieron permanecer en el mismo lugar ejerciendo su legítimo derecho al uso de la Alameda de Hércules. El ambiente durante todo el acto fue alegre y combativo, no se registraron incidentes y acudieron diferentes medios de comunicación.

La Asamblea quiere agradecer a lxs asistentes su participación responsable y atenta al acto, demostrando con su comportamiento impecable, que es capaz de disfrutar del espacio público con respeto y sin la habitual presencia policial.

Por otro lado queremos destacar que esta concertación ha sido un primer paso en una campaña destinada a reclamar el libre uso de los espacios públicos y una solución a los problemas que genera el actual modelo de ocio, que no pase por la represión sino por el diálogo y la participación de todos los actores implicados. También queremos invitar a todas las personas a que se sigan poniendo en contacto con nosotrxs en caso de sufrir abusos policiales como los que llevaron a cuatro vecinas a ser multadas por "charlar en el silencio de la noche", y otras tantas situaciones irregulares que se están dando bajo la aplicación de la Ley 7/2006, más conocida como Ley Antibotellón, que dice entre otras cosas, lo siguiente: "Queda prohibida la permanencia y concentración de personas que se encuentren consumiendo bebidas o realizando otras actividades que pongan en peligro la pacífica convivencia ciudadana".

Únete a nosotrxs en la lucha para decir a las autoridades que charlar en la calle no pone en peligro la convivencia de nadie y que es el aparato policial el que pone en peligro la convivencia pacífica de todxs, ya que desde la aprobación de la citada ley hemos sufrido su violencia en nuestras carnes con amenazas, abusos e incluso cargas policiales sin mediación previa en distintos puntos de la ciudad.
La calle es de todxs.
Algunos videos de la acción:
http://es.youtube.com/watch?v=FUasCXiLcAI
http://es.youtube.com/watch?v=hubiAouWSKg
fotos y mas info como siempre en: http://lacalleesdetodos.blogspot.com

lunes, octubre 20, 2008

Más de 300 personas exigen en Sevilla una solución política que ponga fin al conflicto saharaui


El I Encuentro Internacional de Solidaridad con el Sáhara, celebrado los días 3, 4 y 5 de octubre, reunió en Sevilla a más de 300 personas para exigir una solución política que ponga fin a las más de tres décadas de ocupación marroquí sobre el Sáhara Occidental y reconozca el derecho inalienable del pueblo saharaui a tener su propio estado.
Las jornadas, organizadas por la Asociación Hispano Saharaui Resistencia-Sumud y el Consejo Español para la Defensa de la Solidaridad y la Paz (Cedespaz) en colaboración con el Ayuntamiento de Sevilla, contaron con la participación de un total de 35 ponentes, y la asistencia de representantes de 7 partidos políticos y 73 organizaciones, procedentes de 13 provincias de España y de distintos países como Sáhara Occidental, Portugal, Venezuela, Marruecos, Italia y Japón.
A lo largo del fin de semana se analizó de manera exhaustiva los aspectos jurídicos que sustentan el derecho del pueblo saharaui a tener un país y la ilegalidad de la ocupación marroquí y del expolio de los recursos naturales del Sáhara Occidental por parte de la potencia ocupante.
Las violaciones de Derechos Humanos en los Territorios Ocupados ocupó gran parte del debate durante las jornadas, exponiendo y analizando la terrible situación que viven los activistas a través del testimonio de dos represaliados, el de la joven estudiante Sultana y la del militante Brahim.
También se abordó el exilio del pueblo saharaui en el desierto argelino, con el taller y experiencia de los jóvenes brigadistas sevillanos a los campamentos de Tindouf, y la situación y organización de los residentes saharauis en España.
La delegación portuguesa expuso las semejanzas entre el proceso de descolonización de Timor Oriental y el del Sáhara Occidental, realizando un resumen de cómo la sociedad portuguesa se organizó para exigir la celebración del referéndum que permitiera al pueblo timorense tener un estado soberano y poner fin a la ocupación indonesia.
El acto cultural celebrado en el marco de este I Encuentro Internacional de Solidaridad con el Sáhara sirvió igualmente para seguir conociendo la realidad saharaui, con la proyección de los documentales “Hijos de las Nubes”, del director Carlos González, detenido por la grabación del testimonio de activistas y estudiantes saharauis en los Territorios Ocupados, y del estreno del último trabajo de Carlos Azpúrua realizado durante los actos de celebración del 35 aniversario del Frente Polisario.
El intenso trabajo del fin de semana se ha concretado en la puesta en marcha de diversas campañas y propuestas de acción con el objetivo de atacar la causa que originó la terrible situación que vive actualmente el pueblo saharaui, y que no es otra si no la firma de los Acuerdos Tripartitos de Madrid de 1975 y un proceso de descolonización inconcluso.
1) Campaña por el reconocimiento de la República Árabe Saharaui Democrática (R.A.S.D.), llevada a entidades locales, municipales y autonómicas.
2) Campaña de difusión de la situación de los presos políticos en los Territorios Ocupados, a través del envío masivo de postales a las embajadas de Marruecos y España.
3) Promover la organización de los saharauis residentes en España.
4) Fomentar entre Colegios de Abogados y organizaciones de juristas la creación y envío de Observadores de Derechos Humanos a los Territorios Ocupados, que velen por la legalidad de los juicios a los activistas y por su situación en las prisiones.
5) Difusión del manifiesto del I Encuentro Internacional de Solidaridad con el Sáhara.

jueves, octubre 16, 2008

Batá al día: boletín nº 6

NOTICIAS


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CIC BATÁ RECIBE LA MEDALLA DE PLATA AL MÉRITO SOCIAL
PENITENCIARIO
El proyecto de dinamización deportiva ha sido clave a la hora de designar a la entidad merecedora de este premio.



CIC Batá ha sido galardonada con
la Medalla de Plata al Mérito Social
Penitenciario 2008, que otorga
la Secretaría General de Instituciones
Penitenciarias del Ministerio
del Interior Ministerio del
Interior, por su labor de dinamización
deportiva, de formación profesional,
inclusión digital y de
animación sociocultural. Este galardón
supone una de las más altas
condecoraciones que se pueden obtener a nivel nacional por el trabajo de entidades, ONG’s, instituciones o personas que desde fuera del ámbito penitenciario colaboran en las tareas de reinserción.
El acto, celebrado el pasado 1 de octubre, estuvo presidido por el Ministro del Interior, Alfredo Pérez
Rubalcaba, y por la Secretaria General de Instituciones Penitenciarias, Mercedes Gallizo Llamas.



La presencia de CIC Batá y su labor por la inserción social de los internos de los centros penitenciarios de
Andalucía se remonta a hace una década. La dinamización deportiva, la formación profesional, la inclusión
digital y la animación sociocultural son algunos de los campos de actuación que favorecen el desarrollo
psicosocial de los internos con dinámicas de fomento a la lectura, actividades musicales, de poesía,
teatrales... En 1999 la entidad andaluza comenzó el proyecto de Dinamización Deportiva en los Centros
Penitenciarios de Andalucía. Un proyecto que por los resultados y objetivos conseguidos durante sus
primeros diez años ha sido clave a la hora de designar a CIC Batá como merecedora de este reconocimiento.
A través de actividades deportivas, charlas–coloquio, conferencias, proyecciones de vídeo, salidas
programadas y encuentros con entidades deportivas del exterior, CIC Batá ha resaltado los valores
sociales, educativos y socioculturales del deporte entre la población reclusa como un factor de integración
social, de participación, de tolerancia y de respeto, de mejora de la salud. Así, la práctica de la actividad
física y deportiva se ha convertido en un valor instrumental de gran importancia para favorecer
procesos con caracteres lúdicos, educativos y socializadores implicando a numerosos agentes sociales,
deportivos e instituciones en esta singular iniciativa.


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Reconocimiento a los internos de la cárcel de Córdoba por su revista La Antorcha

Cerca de 25 internos del Centro Penitenciario de Córdoba, encargados de la edición de la revista La Antorcha,
recibieron un galardón por la iniciativa de la publicación, que otorga el Ministerio del Interior a las revistas de
las cárceles de España. Esta revista tiene a su vez dos suplementos, llamados “Tal para cual” y “Dínamo”. El
pasado 1 de Octubre tuvo lugar el acto de entrega del Premio con una dotación de 150 euros. Los 25 internos responsables
de las revistas, integrantes del módulo 1, del taller de lectura y del grupo de dinamizadores modulares,
decidieron entregar el premio a una organización social. La elegida fue CEPRODESO de Cuba, una decisión
consensuada entre los integrantes del consejo de redacción por ser una organización dedicada a la educación
ambiental y que también edita un boletín informativo. Por tanto, los 150 euros se destinaron a la publicación de
CEPRODESO. Los 25 internos estuvieron acompañados por trabajadores de la cárcel, responsables de ENLACED y la Muestra y un representante de CEPRODESO el día de la entrega del premio.


En la actualidad, se está ultimando ya el tercer número de La Antorcha con sus correspondientes suplementos.
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ENTREGA DE DIPLOMAS EN EL CENTRO PENITENCIARIO SEVILLA II



El pasado 7 de octubre nueve internos del Centro Penitenciario Sevilla II recibieron sus diplomas del curso de informática de usuario de 234 horas.


A este acto asistieron por parte de la Delegación de Empleo el jefe de sección de FPO, Teodoro Montes, la jefa de servicio, Carmen Gómez, y la técnico que lleva el seguimiento del curso, Eloisa Gallardo.
Eduardo Álvarez, Manolo Moreno, Isi Ramírez y Alida García fueron los representantes de CIC Batá en el acto.


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Éxito de organización en la VI Muestra de Documentales y Cine Social La Imagen del Sur



La organización de la Muestra de Documentales y Cine Social LA IMAGEN DEL SUR ha batido récords
en la coordinación de la descentralización de la Muestra, que por primera vez se ha trasladado
de manera simultánea a Sevilla y a Málaga, aparte de las muestras pequeñas acontecidas en el Centro
Penitenciario de Córdoba, algunos IES, centros cívicos y centros de día. Sin duda, ha sido un gran esfuerzo
con “resultados muy buenos, sobre todo en Sevilla”, según informa el área de Comunicación y
Educación para el Desarrollo. Además, se ha incorporado Granada en la experiencia de la Muestra
por medio de un centro de día.


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JEANETTE PAILLÁN RECIBE EL PREMIO CÓRDOBA A LA COMUNICACIÓN
Editada la segunda edición de la revista




La cineasta mapuche Jeannette Paillán recibió el Premio Córdoba a la Comunicación de manos del concejal de Cultura, Rafael Blanco, y el Presidente de Batá, Rafael Cantero, el pasado 29 de Septiembre, en el Salón de Mosaicos del Alcázar de los Reyes Cristianos de Córdoba. En esta tercera edición, se contó con la presencia del cantante Pedro Guerra, invitado especial al acto, quien en su discurso abogó con contundencia por la diversidad cultural. Para Paillán el galardón es un “premio para el mundo indígena, realizadores indígenas”. “Se lo dedico a los presos políticos mapuches y a las comunidades y comunicadores indígenas. Sin duda, es un estímulo muy grande”, afirmó Paillán. “Me alegra que el mundo indígena esté presente, y no esté tan invisible”, añadió contundentemente. El proyecto del Premio también incluye la divulgación de sus valores a través de una revista. Ya está editada y puede consultarse en papel, o bien a través de la página web.


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CIC Batá diseña una campaña para recaudar fondos para la fase de reconstrucción en Cuba tras los huracanes Gustav e Ike
CIC Batá solicita la colaboración y la solidaridad ciudadana para recaudar fondos con el fin de paliar los efectos perniciosos en Cuba, provocados por los huracanes Gustav e Ike, entre el 30 de agosto y el 9 de septiembre. Gustav e Ike han arrasado la provincia de Pinar del Río, donde Batá lleva trabajando desde sus comienzos, en 1994, con proyectos de diversa índole. De hecho, se acaba de concluir el proyecto de Contribución al desarrollo agropecuario y socioeconómico de la población de Bahía Honda a través de la reconversión del Central Azucarero "Pablo de la Torriente Brau" del Pinar del Río, proyecto financiado por la AACI (Agencia Andaluza de Cooperación Internacional) y la Diputación de Sevilla.
Aún no se han podido cuantificar con exactitud los destrozos en cuantía económica, pero son miles de familias las afectadas. Actualmente, se están evaluando las efectos. El gobierno cubano ha estimado, según “evaluaciones muy preliminares”, que las pérdidas ocasionadas han supuesto 5.000 millones de dólares. En las últimas semanas, se han disparado las alarmas sobre el grave desabastecimiento de alimentos porque muchas viandas y hortalizas escasean en los agromercados y el precio de algunos productos, como la cebolla, han aumentado entre un 50% y un 100 %.


Según fuentes oficiales de Cuba, los huracanes provocaron pérdidas que ascienden a 700.000 toneladas de
alimentos, un millón de pollos, 110.000 cerdos, 12.000 toneladas de carne porcina (un 8 % de lo producido en la isla el año pasado) y casi dos millones de litros de leche dañados.
Además de las pérdidas de las cosechas, uno de los impactos más letales causados por los dos huracanes fue el de la vivienda. En total, fueron afectadas más de 444 mil casas, buena parte de ellas con pérdidas parciales y totales de techo, además de otras averías; y del total, 63 mil fueron derrumbadas totalmente.



Por todo ello, y según informa la ex patriada en Cuba de CIC Batá, Marta Barreira, las prioridades en estos momentos son tres: “Restablecer los suministros eléctricos y de agua, garantizar la alimentación a todos los habitantes y reconstruir las viviendas y las infraestructuras de producción”.
La acción combinada de Gustav e Ike ha sido la más devastadora en la historia de estos fenómenos meteorológicos en la isla caribeña con relación a la magnitud de los daños materiales ocurridos, según fuentes de CEPRODESO.
Por esta razón, CIC Batá reclama la solidaridad del pueblo andaluz para la reconstrucción de la zona.
NÚMERO DE CUENTA:
CAJASOL: 2098 0134 36037 2014438
Nota: En la página web de CIC Batá se actualizarán las acciones previstas de la campaña para colaborar con
el pueblo cubano.
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AGENDA _________________________




CAMPAÑA “REBÉLATE CONTRA LA POBREZA”



SEVILLA



Rebélate contra la pobreza “más hechos, menos palabras”, con el lema “Una promesa no alimenta”. La campaña convoca a toda la ciudadanía española a movilizarse el próximo 17 de octubre a las 19:30 en la plaza de la Encarnación.




MÁLAGA



“Alimento: ¿derecho o mercancía?” es el encabezamiento de la campaña que organiza la Coordinadora de ONGD de Málaga Solidaria. Arranca el próximo 16 de octubre a las 19 horas con la proyección de audiovisual “Campesinas: semillas de cambio”. Después de la cinta, tendrá lugar una mesa redonda con la participación de Paco Puche, presidente de la Red Andaluza de la Nueva Cultura del Agua, y Francisco Rodríguez, del grupo de soberanía alimentaria y género de Sevilla. El lugar elegido es la Sala de Generación del 27 del Centro Cultural Provincial, que está en la calle Ollerías número 34 de la ciudad malagueña.
El 17 de octubre, a las 20 horas y desde la Plaza de la Constitución partirá la XXII Marcha por la Justicia.



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OPINIÓN ____________________________________



¿Qué crisis?
Me sorprende el alarmismo y la invasión de noticias sobre la crisis que "estamos pasando", da la impresión que aquella persona que no se sienta asustada es un loco.
No voy a negar que los precios están subiendo, la comida, la vivienda es inaccesible, los trabajos inestables…
en fin todos sabemos de qué va el asunto, pero…
¿Qué se entiende por crisis?
Me da la impresión de que cuando el primer mundo pasa por una mala racha todos los mecanismos habidos
y por haber se activan para que los ciudadanos de esta parte del mundo no pasen ninguna penuria, hay
un plan muy estudiado sobre como actuar… pero...
¿Dónde está la crisis? Parece que la crisis es que los jóvenes ya no pueden comprarse la play 3 o que ya no
vamos tanto al cine, no gastamos en bares, ahorramos en las vacaciones, en fin, que el nivel de consumo está
descendiendo, pero para mí está claro que no estamos pasando por una crisis tal como la entiendo. Podemos
comer una vez al día, podemos vivir fuera de casa, viajamos con más facilidades que nunca y tenemos numerosos recursos a nuestra disposición.
¿Cómo llamar a lo que sucede en el resto del mundo? 850 millones de personas viven con menos de un dólar al día, pero parece que para ellos no hay solución, los mecanismos que tiene el mundo son solo para una
parte del mundo, y si la otra parte no puede comer, no tiene vivienda, no tiene acceso al agua potable…
eso, eso es un problema de toda la vida y no se puede hacer nada.
Siento que vivo en una sociedad demasiado hipócrita para que reconozcamos que realmente la única crisis
que estamos pasando es el descenso de los lujos, lujos que tenemos porque explotamos a nuestros semejantes,
robamos sus recursos y seguimos cobrándoles una deuda histórica que ya está pagada con creces, y
cuando ellos intentan buscar una vida mejor en otro país, nuestra solución son leyes de extranjería y fronteras
cada vez más fuertes, en cambio nuestras empresas seguirán instalándose en sus ciudades, seguiremos
arruinando sus tierras con nuestros monocultivos, y explotando a trabajadores que cada vez se tienen que vender más barato para poder sobrevivir y si exigen algún derecho rápidamente serán sustituidos
por otros más desesperados y míseros…
Si, estamos en crisis, pero ¿cuál es la verdadera crisis? Y ¿cuándo y dónde comenzó?
Según la versión occidental que sigue creyendo ser el ombligo del mundo, nosotros somos los que estamos
pasando una crisis, y eso justifica cualquier cosa, hasta dar dinero público a los bancos privados…
Yo creo que hay crisis más urgentes pero la falta de empatía y de justicia no parece hacerlas visibles...
Humildemente Naide.
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NUESTAS VOCES, NUESTROS DERECHOS,
POR UN MUNDO SIN MUROS…

Ni siquiera me voy a molestar en pensar en un título a estas palabras que siguen, que aunque sencillas
están escritas desde aquí dentro. Nuestras voces, nuestros derechos, por un mundo sin muros ha sido el
lema del III Foro Social Mundial de las Migraciones que se celebró en Rivas Vaciamadrid durante un fin de
semana de septiembre. Un encuentro en el que –por desgracia- se sigue trabajando para ir limando esa lacra que nos rodea, ya que nos pensamos dueño de trozos de tierra y de las fronteras, líneas políticas y económicas, que sólo algunos controlan y muchos son las que las sufren…
Cuando escuchaba a las organizaciones, a los/las protagonistas de historias terribles, cuando compartía con ciudadanos y ciudadanas del mundo, los relatos que me encogían el corazón, me parecía increíble que en pleno siglo XXI estuviésemos permitiendo tales cobardías…Y cuanto más escuchaba, sinceramente,
más ignorante me sentía aunque, algunas historias ya me sonaban, y claro ¿Sabéis cuál era mi
pena? Que después de este hermoso encuentro, en el que la riqueza humana y cultural era dueña de cada rincón, se me venían a la cabeza frases, que no voy a repetir, imágenes que me gustaría borrar de mi memoria
y noticias que jamás deberían serlo…sabemos perfectamente a qué me refiero, lo tenemos a la orden
del día. Hablando con mi amiga Maribel, comentábamos que hay tantas y tantas situaciones injustas aún hoy
en día, y que cuando nos acercamos a alguna realidad concreta, reconoces eso, que hay muchas más que desconoces. Por eso mismo, porque el conocimiento nos hace ponernos en marcha, tenemos el deber, porque tenemos la posibilidad, de seguir llenándonos de experiencias y de compartir enriquecedores momentos con “otros ciudadanos del mundo”. Porque mundo sólo hay uno.

POR UN MUNDO SIN MUROS.
Por Toñi Gil
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Actividades ________________________________________
CIC Batá en las IX Jornadas Universitarias de Cooperación al Desarrollo:
Crisis alimentaria, causas y perspectivas

Desde la Cátedra de cooperación al Desarrollo y junto a la organización Veterinarios Sin Fronteras, se
organizan las IX Jornadas Universitarias de Cooperación al Desarrollo: Crisis alimentaria, causas y
perspectivas. Dichas jornadas se celebrarán los días 22 y 23 de octubre en el campus de Rabanales y
contarán con reconocimiento de un crédito de libre configuración. En ellas, CIC Batá participa en el
programa el jueves 23 con el juego de rol sobre soberanía alimentaria, como una estrategia didáctica,
juego elaborado por Erin McNulty, con la colaboración de las áreas de Comunicación y Educación
para el Desarrollo y Cooperación. Además, Batá formará parte de la mesa titulada “Alternativas a la
actual crisis alimentaria” con la proyección del vídeo “Nyéléni, el símbolo de la Soberanía Alimentaria”.
El plazo para inscribirse finaliza el 20 de octubre. Las personas interesadas pueden llamar al
957212649, o bien enviar un correo electrónico a cooperacion@uco.es






El Boletín “Batá al día” es una
construcción de todos. Se anima
a sugerir temas y redactar,
compartir artículos y reflexiones.
Manda tus aportaciones a cicbata@gmail.com



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jueves, septiembre 18, 2008

Monocultivos peligrosos: el eucalipto

En la comunidad autónoma de Galicia, en el noroeste de España, el eucalipto sigue proliferando.
A pesar de la experiencia que suponen muchos años soportando los daños ambientales económicos y sociales, la Administración Gallega se pliega ante los intereses de la industria de la pasta de papel y permite la instalación de nuevos monocultivos.
Por otra parte, la capacidad invasiva del eucalipto, hace que este se introduzca en los ecosistemas naturales llevando allí su capacidad destructiva y su alta combustibilidad sin que la Xunta de Galicia haga nada para frenarlo.
En el Día Internacional contra los Monocultivos de Árboles, que tendrá lugar una vez más el 21 de septiembre, la Federación Ecoloxista Galega quiere presionar al gobierno de la Xunta de Galicia para que detenga la sangría que el cultivo de eucalipto está suponiendo para los montes gallegos.
Por favor, firme la carta dirigida a la Xunta de Galicia para solicitar que se pare el avance de los monocultivos de eucalipto y se inicié la recuperación del monte nativo gallego.
Más información

Noticia enviada por Salva la Selva

miércoles, septiembre 17, 2008

El IV Foro Democracia y Cooperación

Continua la mirada hacía la situación mundial y empieza el camino de las propuestas.

Los ponentes de la mesa que inaugura la tarde del 16 bajo el título de “Cuestiones pendientes sobre El Desarrollo en/ de África” son Kiama Kiara, Mahamadou Cissokho, Odor Ongwen, Aboubacry Mbodj, Fany Makina, Mubanga Kasakula y Anne Maina. Representantes de movimientos campesinos, ongs, entidades de defensa de los Derechos Humanos,... etc, que han centrado gran parte de su trabajo en la crisis alimentaria que vive el continente africano, que continua extendiéndose hacia cifras aún más alarmantes de las que se dan en la actualidad.

Esta crisis alimentaria surge de la incorporación de los circuitos agrícolas campesinos a las leyes del mercado internacional, así como a elementos como el cambio climático y la progresiva sustitución de cultivos alimentaciones por plantaciones destinadas a la exportación de biocombustibles. Esto esta suponiendo la reestructuración de todo el aparato agrícola africano, que da trabajo a cerca del 70% de la población y cuya transformación esta dando lugar a importantes procesos de violencia. Frente a esto, las organizaciones africanas presentes en la mesa han planteado, no sólo las problemáticas, sino también los esfuerzos que están realizando por rescatar modelos de agricultura ecológica y de manejo participativo de los recursos naturales.

La tarde del día 16 se cerro con un intento de mirada transnacional a la cuestión de los Derechos Humanos que ha continuado en la mañana del 17. Una mirada que ha intentado responder varias preguntas relativas a la situación de los Derechos en las regiones de los diferentes ponentes, los avances más significativos y las propuestas que trasladar a los grupos de trabajo del Foro. De esta mesa se han desprendido varios ejes significativos.

Desde la perspectiva de los derechos de las mujeres, invisibilizadas en las primeras declaraciones procedentes de la revolución francesa, e incorporadas de una manera más clara a mediados de la década pasada en Viena, se plantea que elementos tales como las debilidades de Naciones Unidas o los marcos de regulación impuestos por la OMC y los TLC están suponiendo una reducción real de los derechos más allá de declaraciones simbólicas. Aún así se han dado avances, algunos a nivel nacional, como la legislación contra la violencia contra las mujeres en Brasil fruto de la presión de los movimientos feministas. Movimientos que por un lado han avanzado en reconocimiento mutuo, en incorporar las diferencias, pero por otro ven como la dimensión de género ha sido incorporada por Estados o Agencias Internacionales sin incorporar sus elementos de transformación más significativos. Esto traslada a los movimientos feministas la necesidad de recuperarse como movimientos sociales y políticos, tratando de establecer vías de “traducción” que permitan trasladar aprendizajes entre movimientos feministas de diferentes partes del mundo, así como de estos con otro tipo de movimientos sociales.

La ausencia de derechos civiles y políticos y la criminalización de la protesta frente al gobierno en Filipinas ha aparecido también en la mesa con datos de ejecuciones extraoficiales y miles de desaparecidos bajo el gobierno actual; una situación que ha llevado a la representante filipina a solicitar la solidaridad internacional con los movimientos de defensa de los derechos en su país. Las paradojas de los procesos de democratización, que están convirtiéndose en nuevas dictaduras de partido único, sin ausencia de separación de poderes y con centralidad del ejecutivo, unido, de nuevo, a la violenta represión de la oposición política centro parte del discurso sobre África. Junto con la necesidad de reforzar la integralidad en la defensa de los Derechos Humanos incorporando a los derechos civiles y políticos los derechos económicos, sociales y culturales. Las entidades presentes hacían especial referencia a la necesidad de reforzar los derechos en materia educativa y de soberanía alimentaria.

Desde una perspectiva de presencia política, se ha criticado el escaso protagonismo de las organizaciones del Sur en los organismos internacionales de Derechos Humanos, copados por organizaciones del Norte. Si bien es cierto que ante la crisis de legitimidad que han experimentado estas instancias, especialmente Naciones Unidas, y el reconocimiento que han tenido las organizaciones del Sur, comenzando por su papel en la democratización de determinadas regiones tras procesos de dictadura militar, se empieza a incrementar esa presencia o la influencia de las mismas. La reciente renovación del Consejo de Derechos Humanos de las Naciones Unidas es un ejemplo de estas cuestiones, con todas las limitaciones que aún tiene. Debido a estas limitaciones la propuesta ha tenido que ver con mantener la presión y la coordinación desde la sociedad civil para presionar por la democratización de las instancias de Naciones Unidas y la presión a los Estados miembros del Consejo desde la coordinación Sur- Sur con apoyos de entidades europeas.

La mayor parte de las propuestas de coordinación o de solidaridad transnacional serán discutidas esta tarde, en la que las entidades presentes en el foro actuaran en coherencia con una de las declaraciones de la mesa, que señalaba que gran parte de la consecución de los objetivos que se han planteado en estos días, es responsabilidad de las organizaciones.

Alfredo Ramos
Claudia Pitche

viernes, septiembre 12, 2008

"La calle" vuelve a la calle

La asamblea por el libro uso del espacio público "la calle es de todxs" vuelve a la carga.

Tras un verano de descanso empezamos el nuevo curso cargadxs de ideas y nuevas propuestas para seguir reclamando el libre uso de los espacios público. Durante este verano hemos visto como la policía seguia tomando las calles y plazas, en virtud de la llamada ley anti-botellón, para evitar las concentraciones nocturnas de las personas que huían del calor.
También y aunque la presión popular paralizó el proyecto de video-vigilancia del ayuntamiento, hemos visto como las cámaras privadas de vigilancia (ilegales) se multiplican como champiñones en nuestras calles. Además desde el ayuntamiento se plantea la posibilidad de usar dichas cámaras para expulsar a las prostitutas de las calles. Mientras en los barrios distintitas luchas vecinales siguen reclamando que los espacios públicos no se privaticen y sean lugares dignos donde socializarse libremente.
Por estas y muchas más razones desde la asamblea "la calle es de todxs" volvemos a la carga con diferentes iniciativas que se irán materializando en las próximas semanas, os recordamos que nos seguimos reuniendo todos los lunes a partir de las 8 y media de la tarde en el centro vecinal del Pumarejo y que podéis encontrar toda la información en nuestro blog http://lacalleesdetodos.blogspot.com

Que no nos quiten la calle

Enviado por: La calle es de todxs

martes, septiembre 09, 2008

Batá al día

Un café con...

“Está muy desaprovechado el sol. Si hubiera más coches eléctricos se
contaminaría menos”

Por primera vez, se ofrece un curso de instalación de sistemas de energía solar térmica para internos.

El estado del medio ambiente, la autocrítica de cómo nos relacionamos con el entorno natural, la realidad del cambio climático son asuntos que nos incumben a todos y que entre todos podemos combatir, ya sea a través de los gestos cotidianos, o bien por la vía profesional. 15 internos del Centro Penitenciario de Córdoba fueron elegidos para formarse en algo tan concreto como la instalación de sistemas de energía solar térmica.
Éste es el título de un curso teórico-práctico de 300 horas sobre energías renovables.
Desde el lunes 25 de Agosto, estos reclusos de segundo y tercer grado acuden al campus
universitario de Rabanales para poner en práctica los conocimientos adquiridos en el aula del CAPI de la sede de Narbona durante casi dos meses. La gran mayoría expresan sus ansias por ponerse manos a la obra porque “ya la teoría pesa un poco”, tal y como apunta un alumno. Cuando se le pregunta al grupo sobre el contenido del curso y su dinámica, todos afirman contundentemente que están encantados porque están aprendiendo mucho. Algunos se sienten afortunados por estar tomando apuntes sobre un asunto que les interesa. “Es como que te toque la lotería. De más de 1.000 internos nos han llamado a 15”.

“Hay mucha especulación sobre todo lo que concierne a la energía renovable. Tenemos que ser sensibles porque es la única vía para afrontar el cambio climático porque nos está afectando a todos”, declara un interno. Fruto de la entrevista compartida en grupo, otro compañero de la cárcel lanza una pregunta al aire: “¿El cambio climático es real o es una política?” Y además añade: “Está muy desaprovechado el sol, que no contamina nada. Si hubiera más coches eléctricos se contaminaría menos”.

Ante tantas preguntas y afirmaciones, todos llegan a la conclusión de que están aprendiendo mucho, porque anteriormente “el desconocimiento sobre el tema era enorme”, aunque para muchos la parte teórica ha sido “un poco difícil”. “Si por mí fuera, yo volvería al caballo porque con los coches estamos destruyendo la naturaleza. Yo no suelo tirar nada al suelo. Siempre busco una papelera”, comenta otro.

Es la primera vez que Batá ofrece un curso de estas características para internos que han de salir de la cárcel exclusivamente para recibir este tipo de formación y retornar al centro. Desde el área de Formación, esta novedad educativa se afronta como un reto porque es una especialidad novedosa, a sabiendas que se trata de una esfera con una alta demanda laboral, solicitada en la actualidad. De hecho, todos los alumnos comparten la idea de que el curso responde a “una expectativa de futuro”. “Cuando salga a la calle, ya tengo más para buscar trabajo”, opina un alumno en representación de todos.

“Contar con este curso es de especial interés para nosotros, porque se trata de un colectivo desfavorecido, privado de libertad, con la oportunidad de acceder a este tipo de formación con un alto grado de inserción laboral”, añade Eduardo Álvarez, coordinador del área.

“Reclamamos más formación”

Algunos de los 15 alumnos se habían formado en peluquería, jardinería monitor deportivo o socorrismo.
En cambio, otros nunca habían estado frente un ordenador. A la gran mayoría les ha fascinado los
conocimientos informáticos. “Reclamamos más formación”; “A veces nos sentimos estancados”;
“Pedimos una reinserción más verdadera y no una tapadera” son algunas de las peticiones que exigen, denuncian o solicitan a quien corresponda.
Tras unos minutos de reflexión sobre el cambio climático, estos alumnos de instalación de placas solares tienen grandes ideas para poner en marcha como la fabricación de coches solares en Andalucía. O bien proponen lanzar subvenciones para instalar placas solares en los hogares. Quizá en un futuro próximo y cuando estos alumnos salgan a la calle podrán hacer realidad sus aspiraciones profesionales y personales.